Como funciona a Psicanálise ?
- Wagner Lapenta
- 23 de nov. de 2025
- 2 min de leitura

1. O que é a psicanálise?
A psicanálise é um método de compreender e tratar o sofrimento humano através da escuta. Ela investiga desejos, medos, memórias e conflitos que nem sempre percebemos de forma consciente.
2. Como acontece uma sessão?
O paciente fala sobre o que sente, pensa, viveu ou sonhou. O analista escuta atentamente, faz intervenções pontuais e ajuda a pessoa a construir sentido sobre o que está dizendo.
3. Preciso falar sobre a infância sempre?
A infância pode aparecer porque ela constrói grande parte do nosso modo de sentir, mas o foco não é apenas o passado. A psicanálise busca entender como o passado influencia o presente.
4. O analista dá conselhos?
Não. A psicanálise não oferece respostas prontas. O objetivo é ajudar a pessoa a encontrar seus próprios caminhos. O analisando descobre soluções a partir de suas próprias construções internas.
5. Por que falar ajuda?
Quando colocamos em palavras aquilo que sentimos, conseguimos ouvir a nós mesmos. Isso permite perceber padrões, desejos e traumas que estavam ocultos. Assim, podemos transformá los.
6. A psicanálise analisa sonhos?
Sim. Os sonhos são considerados expressões do inconsciente. Eles podem revelar desejos, conflitos e sentimentos que a pessoa não consegue acessar de forma direta.
7. Quanto tempo dura um tratamento?
Não existe tempo fixo. Cada pessoa tem seu ritmo. A psicanálise trabalha com processos profundos, por isso o tempo depende do que cada um vive, sente e deseja elaborar.
8. A psicanálise é só para quem tem doença?
Não. Ela serve para quem sofre, para quem tem dificuldades emocionais, para quem deseja se conhecer melhor e construir uma vida mais coerente com seus desejos.
9. É preciso deitar no divã?
Nem sempre. Alguns profissionais trabalham com pacientes sentados. O divã facilita o fluxo da fala sem o olhar direto para o analista, mas não é obrigatório.
10. O que eu ganho com a psicanálise?
Maior clareza sobre si mesmo, libertação de repetições dolorosas, capacidade de escolher em vez de apenas reagir, melhor qualidade de vida emocional e relações mais autênticas.



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